Howard Zerh: quais são as práticas de justiça restaurativa?

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O especialista cita o exemplo de um programa chamado círculo de construção de paz, que consiste no encontro de um grupo de vítimas de infratores, ou talvez até membros de sua comunidade, que conversam entre si e expõem suas histórias, um de cada vez. “Eles (infratores) têm a chance de serem vistos como pessoas reais em vez de bichos papões ou algo do tipo. E, se desejarem, podem arrumar um acordo para as coisas que precisam ser feitas, para fazer o certo”, declara Zerh. O intuito é fazer a “empatia acontecer”, ou seja, que o infrator comece a se entender como vítima. “Os infratores usam vários tipos de mecanismos de defesa para não pensar em quem eles estão prejudicando, e nós queríamos romper isso”, finaliza.

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